Quando for grande o Zezinho quer ser como o grande Zé: ganhar um premio nobél, ter muitos admiradores, vender muitos livros, ganhar muito dinheiro e se calhar viver numa ilha - embora mantendo uma casa em Portugal, que aqui sempre se foge melhor aos impostos! Sim, que o grande Zé era comunista mas não era estúpido. Como o Zezinho também não é, vai fazer como o grande Zé: e como agredir o cristianismo é que está dar em todo o lado, em Roma sê romano, na literatura sê profano. O grande Zé, o grande Dan, todos os grandes chegaram à "grandeza" escalando o Monte Gólgota e atirando pedras ao Cristo crucificado. Vai de inventar umas mentiras sobre o tal nazareno que, como dizia um dos primeiros grandes, o Goebells, depois de repetidas mil vezes, se tornam verdades. Provas ninguém tem: os cristãos têm a sua fé, mas como diz a outra, isso agora não interessa nada. Eles já não são grandes. Ofendê-los não é problema. As polémicas até podiam ser sobre o Alá ou o Maomé e até nem ser mentiras, mas isso pode ser perigoso. Veja-se a vida que tem o Rushdie, com permanente medo até da própria sombra! Não é grande vida! - ou vida de grande.
Naaa... Livra! O Zezinho vai mas é fazer como o grande Zé.
Sábado, 29 de Outubro de 2011
Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
84 º Aniversário da Morte de D. Miguel II de Portugal
Cumprem-se hoje 84 anos do falecimento do proscrito príncipe e legítimo rei de Portugal
D. Miguel II
(Kleinheubach, 19 de Setembro de 1853 - Seebenstern, 11 de Outubro de 1927)
Requiem aeternam dona ei, Domine. et lux perpetua luceat ei
O texto e a imagem apresentados de seguida constituem uma cópia parcial do artigo publicado em:
http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.com/2010/09/dom-miguel-ii-de-braganca.html
(...)
Ser-se legitimista era, por esses tempos idos, a melhor garantia de pureza de costumes e de portuguesismo: os legitimistas eram os católicos fervorosos, os adeptos do poder temporal dos Papas — e quantos estiveram em Roma ao lado do Senhor D. Miguel II, como zuavos pontifícios na luta contra as revolucionárias camisolas vermelhas dos garibaldinos! — eram os apóstolos da santidade do lar e das grandes tradições lusitanas... O Legitimismo — todos o reconheceram, desde Teixeira de Vasconcelos até aos republicanos de hoje! — foi o mais abnegado e mais nobre de quantos partidos surgiram nesta soalheira e florida terra de partidos e partidários...
Morto porém Dom Miguel I em Carlsruhe, perto da sua adoptiva Bronnbach, aos sessenta e quatro anos de idade, e trinta e dois de exílio, em consequência de uma inesperada paralisia pulmonar, o país inteiro vibrou de intensa comoção; o luto estendeu-se por toda a terra lusitana, desde as casas senhoriais dos fidalgos de velha estirpe que acaudilhavam o régio exilado, até à gente humilde do povo, grande parte da qual o amara entranhadamente e lhe permanecera fiel, lembrada de quando o seu vulto formosissimo, varonil e português, cavalgara pelas ruas da Lisbóa de então e se chegava de preferência ao povo, com o qual gostava de privar, sem perder uma linha do seu aprumo e elegância reais... Nunca houve em terras de Portugal um ser que tão sufragado fosse: certo legitimista meu amigo, ferrenho e dedicado à sua causa, — o pobre Costa Afonso que a morte sumiu para sempre, haverá uns quatro anos! — contava-me que as exéquias solenes, celebradas na paroquial da Graça — esta freguesia, com a de S. Vicente e a dos Anjos, eram o poiso tavonto e costumeiro da gente do Senhor Dom Miguel! — haviam surpreendido toda Lisboa pela pompa extraordinária, pela concorrência espantosa que enchia a velha igreja dos frades gracianos e se estendia como uma formidável multidão lutuosa pelas circunvisinhanças... De norte a sul, o luto e a saudade exteriorisavam-se em centenas e centenas de sufrágios, em artigos sobre artigos exalçando as virtudes de um moço que, aos trinta e dois anos, Evora-Monte enviava para o exílio de onde nunca mais havia de regressar... A imprensa,— mesmo aquela que mais adversa fora das idéas legitimistas — curvava-se cheia de respeito perante a morte de Dom Miguel I, e o liberalissimo Pinheiro Chagas, num artigo que ficou célebre pelo sentimento e pela isenção, celebrava a constância e a resignada nobreza com que o vencido de 34 sofrera o seu grande infortúnio, — tão lacerado de privações, de miséria e de saudades! — sem nunca se arredar, nem um ápice, das idéas que defendera de armas na mão, e as quais acreditava como únicas verdadeiras e santas... Desde esse momento — 14 de Novembro de 1864, há quási sessenta e três anos Senhor! — as atenções voltaram-se para o filho do Exilado, como este e sua família, ferido também pela proscrição... Era um rapazito de treze anos, calmo e triste, cônscio já do enorme encargo que sobre ele ficara pesando; um mocito que nascera sobre terra de Portugal, de cá levada propositadamente pelos fieis partidários do seu pai, e para cujo baptismo de cá fora também a água lustral, ida da matriz de Guimarães aonde Afonso Henriques fora baptisado!
Dominava-o a sede do portuguesismo, o amor acendrado pelas sciências nas quais veio a doutorar-se na Universidade de Innsbruck. Seu preceptor, aquele venerando modelo de honradez e dedicação que foi o dr. António Joaquim Ribeiro Gomes de Abreu — e o qual a intervenção de Costa Cabral livrara de ficar para sempre riscado da nossa Universidade! — incutira-lhe idéas de nobreza e patriotismo que, possivelmente, neste desabar tristissimo da vida portuguesa, não serão talvez compreendidas!... Assim se formou o caracter do novo pretendente para o qual os legitimistas passaram toda a adoração que tinham pelo pai. E, valha a verdade; aquele a quem de ali em diante, os seus partidários começavam chamando o Senhor Dom Miguel II, não desmentia as qualidades que o seu régio progenitor e sua santa mãe lhe haviam transmitido. A vida inteira do morto de agora foi um modelo de coerência, de honradez e de virtudes cristãs... Com dezassete anos apenas, apresentava-se a Pio IX, vestido de zuavo pontifício, pronto a verter o seu sangue em defeza da causa temporal dos Papas, ameaçada e depois vencida, na brecha da Porta Pia, quando por esta entraram de roldão as camisas vermelhas de Garibaldi... Então, a sua vida reparte-se entre a sua carreira de militar e os cuidados extremosos da sua família, o amor da sua causa sem esperança e os extremos pela pátria de que o baniam as leis. A sua vida, exemplarissima, conhecem-a Deus — a quem há dias prestou contas — e todos quantos seguiam com enlevo as manifestações do seu aprimorado carácter. Não há nela uma só mancha; é a vida de um homem de bem, cultíssimo e portuguesissimo. Ódios não os tinha, a lama jamais o salpicou. Possivelmente teria, a ferirem-lhe os ouvidos sempre, as palavras, ensopadas de lágrimas, que sua mãe — a Santa Princesa que depois se recolheu a um convento da Ilha de Wight — lhe disse ao receber em 1864 a deputação legitimista que de aqui fora prestar as últimas homenagens a Dom Miguel I:— «Meu querido Filho, lembra-te de que a vida passa como o fumo... Teu Pai estava bom num dia e, no seguinte desapareceu. A vida é um sonho e tu também hás de desaparecer!.. Mas, quando a Morte se aproximar, só te há de lembrar se cumpriste ou não os teus deveres!... E lembra-te sempre de que tua Mãe, como se estivesse deante de Deus, e na presença destes portugueses, te diz que prefere ver-te viver e morrer pobre a deslisares uma só linha da estrada que seguiu teu heróico Pai — que o seu único pensamento era Portugal!...» E pode dizer-se que os conselhos de sua formosíssima e desventurada mãe, aquela suave Princesa de Loewenstein-Wertheim von Rosenberg, Dona Sofia Adelaide Amélia, foram integralmente seguidos. A desgraça — que a ele o feriu cruelmente, como a seu pai — encontrou-o sempre firme, as lágrimas nos olhos, Deus nos lábios e no coração. Era um português antigo, um representante legitimo de Reis e de um regime banido, que não sabia ter ódio por ninguém, fosse ele liberal ou republicano... Nunca ninguém teve motivo para se queixar dele: o seu coração abria-se a todos os portugueses... Coronel do exército austríaco, quando Portugal se pôs ao lado dos inimigos da Alemanha, o Senhor Dom Miguel de Bragança, embora a Áustria não estivesse em guerra connosco, passou da arma de cavalaria de que fazia parte para a milícia dos que, nos campos da pugna gigantesca, sob um inferno de metralha feroz, arriscam a vida para salvar o seu semelhante, amigo ou inimigo: — a Cruz Vermelha...Era assim o seu carácter diamantino, era assim que ele entendia a qualidade de que tanto se orgulhava: — ser português. longe do herdeiro do seu nome, que o amor levara a romper com os preconceitos de raça; afastado para sempre do filho segundo, o Príncipe Dom Francisco José — morto como um herói durante a Grande Guerra e antes da nossa participação nela, — o filho do Exilado continuou, como sempre, fiel aos seus mortos e aos seus três grandes amores: — Deus, a sua Pátria e a sua Família. Nem a miséria que o salteou nos últimos anos da vida, nem as privações d'ela resultantes e o cortejo de angústias que se lhe seguiu, abateram o seu carácter de diamante sem jaça: permanecem como sua mãe lhe indicara, há sessenta e três anos quási, perante o cadáver do pai...... E possivelmente, na hora extrema, ao escutar e repetir as orações dos agonisantes, rodeado pela nobilíssima cohorte de Sombras dos que a morte ceifara entre os seus fieis e dedicados amigos, possivelmente ainda, nessa hora tremenda e saudosa ele se lembrou da terra dos seus maiores e misturou aos soluços do Memorare e do Sub tuum Presidium o nome querido de Portugal, o nome que magicamente nos põe a todos de acordo, olhos marejados de lágrimas, coração batendo de amor puríssimo, de mil vezes sagrado amor!...... Fechou-se a grande alameda do camposanto imenso que é o Legitimismo!... Desce para o túmulo a última Sombra... Que a morte nos reconcilie a todos e nos não impeça de reconhecer o quilate finíssimo das virtudes de Proscripto!... Morreu um grande homem de bem, um português que sempre o soube ser... Paira no ar o tom amarelecido das folhas mortas, o perfume inconfundível de uma saudosa e imensa melancolia... É o Passado que se fecha... O que nos trará o futuro?...... Inclinemo-nos todos, adversários e amigos do filho do vencido de Evora-Monte!... E, levados pelo gesto arripiante da Morte, beijemos a mão do português cujo exílio de setenta e quatro anos ela, a Eterna Vencedora, por mandado de Deus finalmente quebrou...»
ÁLVARO MAIA, in ILUSTRAÇÃO nº 45 (2º ano) de 1 de Novembro de 1927.
Fonte: Família Real Portuguesa
Publicada por Real Associação do Médio Tejo em 00:00 Enviar a mensagem por e-mail
Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
Novo Blogue - A Cigarrilha de Chesterton
Novo Blogue - A Cigarrilha de Chesterton
O Afonso Miguel d'A Tribuna traz-nos uma Novidade
A Cigarrilha de Chesterton aparece em boa hora! Promete preencher uma grave lacuna na blogosfera portuguesa no que concerne à divulgação da teoria económica distributista. E digo que promete porque o leque de escribas é de alta categoria. Permitam-se distinguir dois que, com provas dadas, me garantem qualidade acima da media: o amigo JSarto, insigne defensor da Tradição Católica e da boa Doutrina Social da Igreja; o correligionário Manuel Pinto de Resende, importante representante do sempre jovial espírito integralista.
Vão lá, pois, passar os olhos, que vale muito a pena.
Temas: filosofia, política, religião
por Afonso Miguel às 13:42
´http://tribunaonline.blogs.sapo.pt/152568.html
Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
Por causa das dúvidas...
...e para que não subsistam. Não se justifica que, no espaço de apenas 3 anos, se diga o dito pelo não dito e se recue no caminho da plena comunhão de toda a Santa Igreja. Não se justifica que, em apenas 3 anos, se volte a empenhar a Verdade para comprar paz ecuménica, sacrificando no processo a reconciliação da Família Católica. E como não se justifica, vamos acreditar que, como sempre fez, S.S. o Papa Bento XVI, Pastor do Rebanho de Cristo, não fugirá dos lobos. Por isso pedimos, do Portugal Tradicionalista, que o estimado leitor assine esta petição internacional, pela preservação da Integridade do motu propio Summorum Pontificum.
Para assinar não necessita de frequentar a missa de rito tridentino; os que escrevem neste blogue também não a frequentam regularmente. Mas se não assinar, perspectiva-se o risco de não o poder de futuro, numa igreja perto de si, mesmo que o queira - o que é muito penalizador depois de ter sido claramente oferecida à Igreja, a toda a Igreja, a possibilidade de o fazer. Se se alegrou pelo resultado do motu proprio, nestes 3 anos, manifeste-o em sua defesa.
Etiquetas:
Motu Propio Summorum Pontificium,
Petição
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
A República das (dos) Bananas

Numa república das bananas como é a portuguesa, e ante um conjunto de candidatos à presidência que são autênticos bananas, a população pronunciou-se... não votando. Depois do tremendo fracasso de participação que foi a celebração do centenário da república, só um cego (mas um dos piores, daqueles que não querem ver) não vê que a república é um logro aos olhos dos portugueses.
Em terra de cegos quem tem um olho é rei; mas como Portugal não é terra de cegos (com todo o meu respeito para os verdadeiros invisuais), também o Prof. Cavaco não é rei. Nem sequer da maioria dos portugueses é presidente, quanto mais de todos. A maioria dos portugueses decidiu que tem mais o que fazer, para garantir uma magra subsistência em tempos de crise, que legitimar uma pandilha de bananas que levou este país à crise: o Prof. Cavaco porque governou uma dúzia de anos, Alegre porque ajudou os socialistas a governar outras duas dúzias, Lopes porque ajudou os comunistas a destruir o país por muitas dúzias, Nobre e Moura porque, sendo médicos, estão a fazer perder tempo e dinheiro aos portugueses em vez de salvar vidas e curar doentes.
Resta o Tiririca português: Coelho, rebelde sem causa madeirense, demonstrou que nas republicas das bananas ganha popularidade quem não fala a sério... senão de bananas. Serão as bananas da Madeira das melhores; mas não deixam de ser bananas. E os portugueses agora estão mais preocupados em conseguir pão...
Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010
Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010
Que grande novidade!
Não é grande novidade, confessamos... mas que a observação venha de um histórico socialista não deixa de ser notável. Veiculado pelo site do TVI 24, em 5/11/2010
«Sócrates fala mentira» e usa «técnicas da maçonaria»
«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», diz histórico socialista»
Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates «é um vendedor de automóveis» que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».Em entrevista ao «Jornal de Negócios», Henrique Neto recorda que da primeira vez que viu Sócrates discursar pensou: «Este gajo não percebe nada disto». «Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir: «Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis».
«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», adiantou. O histórico socialista diz que o primeiro-ministro «tem três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira».
Henrique Neto descreve a forma como decorreu a última comissão política do PS, no dia em Sócrates apresentou as medidas de austeridade. Conta que o secretário-geral do PS convocou a reunião de última hora, «para ninguém ir preparado», e organizou os trabalhos para que «o grupo dos seus fiéis fizesse intervenções umas a seguir às outras». «A ideia dele era que o partido apoiasse as medidas», afirma.
«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas de maçonaria para controlar a verdade».
«Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.
http://www.tvi24.iol.pt/politica/socrates-ps-henrique-neto-primeiro-ministro-tvi24-ultimas-noticias/1205828-4072.html
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